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domingo, 31 de outubro de 2010

Kingdom Hearts: Birth By Sleep



Sinopse: “Birth by Sleep se passa dez anos antes do primeiro jogo da série, focando nos guerreiros conhecidos como “Keyblade Masters”. A história gira em torno de três aprendizes da arte da Keyblade(Terra,Ven,Aqua) em busca do Mestre Xehanort, após seu desaparecimento. O jogo será ambientado em diversos mundos da Disney, tanto antigos como novos, e também vai mostrar as diferenças de tempo entre os jogos da série (um jovem Hercules no Olimpus Coliseum, por exemplo).”

 

“Birth By Sleep” pode ser um nome meio estranho, mas tem todo um significado especial, no jogo.
No começo do jogo, logo após os tutoriais, é dada a opção de escolher entre Terra, Ventus, e Aqua, cada um tendo a sua visão expecifica dos acontecimentos. Você pode optar por jogar com qualquer um, porém a ordem cronologica correta é “Terra – Ventus – Aqua”.
Por se passar 10 anos antes do primeiro KH, os Heartless e os Nobody’s (inimigos dos outros KH), não aparecem, e sim, um novo inimigo, chamado de “Unversed”.

Não existem tantos mundos como nos outros jogos(os da Disney: Never Land, Olympus Coliseum,  Echanted Dominion, Dwarf Woodlands, Castle of Dreams, Deep Space. E ainda mais mais 2 inéditos. E isso sem falar nos mini-games que dão muitos bonus interessantes para durante o jogo), mas já que a história passa por cada um deles em 3 tempos diferentes, acaba por aumentar consideravelmente a diversão, e o tempo que você passa com personagens antigos.

A sensação de nostalgia é constante.
Encontrar o Mickey, quando ainda não era um rei forte e confiante... A Kairi, Sora, e Riku, ainda crianças, sem conhecerem nada sobre os outros mundos e as Keyblades... O Zack (FF7) no coliseum, o que explica a razão do Cloud aparecer lá depois, procurando por ele... E ainda mais, aqueles que virão a se tornar membros da Organization XIII, ainda antes de serem Nobody’s... (Ouso dizer que quando Lea (Axel original) diz a sua frase tema “got that memorized?”, não pude deixar de sentir um aperto no coração)), enfim...

A jogabilidade não está complexa como era no caso de “KH: 358/2 Days”, mas mesmo assim é preciso algum tempo de jogo para se acostumar devidamente aos controles, e as novas habilidades.
O gráfico está extremamente parecido, senão igual, aos do KH do PS2, mesmo sendo de PSP (as CG’s até parecem estar numa qualidade superior ao do console). A trilha sonora tem um tom meio melodico, porém cativante, e ainda resgata as musicas classidas da Disney.
E sem falar na história, que alem de envolvente, responde MUITAS perguntas (e inventa outras tantas) para os fans.

E mais uma vez, como está virando costume nos KH, após vc concluir o jogo cumprindo um determinado objetivo, videos mostrando situações para as proximas continuações de KH(sim, haverão mais continuações) são liberados, deixando aquele gostinho de quero mais, e também, emocionando quem te apego pela história, e os personagens.

Não sei porque, mas na tradução em ingles, um determinado objeto chamado de “X-Blade” foi traduzido para “Key Blade”. A legenda aparece “X-Blade”, mas os dubladores SEMPRE falam “Key Blade”.

Aprovado, e recomendado.

José Fay.




Download do jogo:    http://www.megaupload.com/?d=8E785SZ0
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PS: Sim, o jogo está totalmente em ingles.

Um comentário:

  1. Bem, eu já tive a oportunidade jogá-lo, e sem dúvidas, ele é lindo do início ao fim. Feito para nos explicar algo, mas ainda assim, Nomura nos deixou mais cheios de mistérios que eu espero que sejam respondidos em breve. Principalmente porque ainda vem o Re: Coded e o KH para o 3DS (mas como tenho amor a vida, eu não spoilarei... ou não, hein?!)
    Well, ótima análise dear (ainda se segurando pra não spoilar), e com certeza eu também recomendo este jogo =)
    Bye Bye Beautiful!

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